"Pix � soberania nacional", afirma leitor sobre press�o dos EUA

"Pix � soberania nacional", afirma leitor sobre press�o dos EUA

Pix "Alvo dos EUA, Pix está no centro de disputa sobre quem controla os trilhos do dinheiro no mundo" (Economia, 18/7). Pix é soberania nacional. E, segundo a matéria, já é produto de exportação. Trump é a cara do império americano, sem máscaras. Quando irão ruir? João Carlos Faria (São José dos Campos, SP) O Pix transcende a esfera financeira e a geopolítica; é a demonstração inequívoca de que somos capazes de criar inovações tecnológicas que beneficiam a coletividade. Ele provou nossa união na defesa de conquistas genuínas. Este case é tão poderoso que se tornará o fiel da balança na próxima disputa presidencial: não por uma questão de oposição ideológica, mas porque expôs a fragilidade de quem, ao questionar o sistema, parece priorizar interesses privados em detrimento da sociedade. Mauricio Sucheuski (São Paulo, SP) Bets "Estados e capitais avançam em restrições à publicidade de bets sob resistência do governo Lula" (Economia,18/7). Mais importante que saber de quem é a culpa, nós como cidadãos deveríamos cobrar dos governantes o fim da legalização desta "droga" que está viciando milhões de brasileiros e destruindo lares. Conheço muitos casos de pessoas que acabaram com suas vidas e com a de familiares com empréstimos e mais empréstimos para jogar. Já ouvi até suspeitas de pessoas se suicidando por causa do vício. Espero que possamos colocar de lado as ideologias e cobrar uma solução. Adriana Andrea Santos (São Paulo, SP) A solução seria proibir de vez. Mas é impossível. O jogador continuaria usando sites de bets internacionais com apps de pagamento em dólar. Tem que haver tributação e mandar a verba para tratar os viciados. Josue Oliveira (São Paulo, SP) Futebol brasileiro "Saudades do complexo de vira-latas" (Antonio Prata, 18/7). Antonio Prata, no seu artigo magistral, faz uma síntese perfeita do que se tornou o nosso futebol e o nosso Brasil atual! De colocar no quadro! Obrigada! Therezza Lima e Oliveira (São José dos Campos, SP) De acordo. Triste e verdadeiro. Mas acho que devemos nos manter ao lado de Nelson: tem jeito. José Fernando Marques (Brasília, DF) Evangélicos "Brasil está mais evangélico e mais longe do Evangelho, diz pastor Ed René Kivitz" (Cotidiano, 18/7). A questão não é o Brasil tornar-se evangélico. O problema é que o país contraria em atos, atitudes e fundamentalismo a doutrina cristã. A ética de Cristo está abafada pelas opiniões pessoais e preconceituosas de pastores. O senso comum sufoca a filosofia cristã. Ângela Luiza S.Bonacci (São José dos Campos, SP ) "A bolsonarização dos púlpitos o empurrou para a periferia evangélica" e empurrou muitos para fora da igreja também. Ed René tem sido uma voz de esperança por exercitar a lucidez e a coerência nas suas manifestações e posicionamentos. Independentemente de religião ou partido, a humanidade precisa compreender mais sobre ética e compaixão para ser, no mínimo, coerente com o que prega no púlpito, no palanque, em casa, e com o que faz na vida real. Pollyana Gama (São Paulo, SP) Colunas Receba no seu email uma seleção de colunas da Folha Eutanásia "Mundo avança na garantia à morte digna" (Editorial, 18/7). Importante, corajosa e necessária a posição da Folha. Nosso Parlamento quer apenas auferir lucros e benesses em cima da desgraça do povo. As pessoas sofrerem sem poder decidir por uma morte digna está incluso no pacote. Adilson Roberto Gonçalves (Campinas, SP) Indivíduos (e não o Estado, a família, os vizinhos ou os médicos) devem ter direito de obter ajuda médica para morrer, considerando suas tolerâncias, preferências e valores. "Mas e se ele não estiver mentalmente apto para tomar essa decisão?" Uma solução seria aceitar diretivas antecipadas para a eutanásia. Lena Kasler (Curitiba, PR) Com exceção de companhias de seguro, não vejo argumentos racionais ou não religiosos que justifiquem a intromissão em um assunto tão particular. Jonas Nunes dos Santos (Juiz de Fora, MG) Masculinidade "Redes sociais transformam ressentimento masculino em identidade coletiva" (Djamila Ribeiro, 16/7). O Dia do Homem não pode ser só data comercial. O artigo de Djamila Ribeiro mostra um paradoxo: a maioria dos homens e meninos quer aprender sobre cuidado e respeito, mas o algoritmo entrega misoginia. Enquanto família e escola falham, "coaches" do ódio viram referência. Precisamos transformar essa data em pauta de educação. É urgente construir masculinidades baseadas no cuidado, não no ressentimento. É tarefa coletiva! João Manuel Maio (São José dos Campos, SP) Bethânia "Aos 80, Maria Bethânia segue libertária e reinventora do Brasil" (Ilustríssima, 18/7). Um talento que enriquece nossa alma. Maria Bethânia é expressão da nossa cultura. Reinaldo de Souza Linhares (São Paulo, SP)

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