A Meta, dona do Facebook, do Instagram e do WhatsApp, afirmou, nesta sexta-feira (23), ao ministro Kassio Nunes Marques, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), não ter encontrado indícios de "comportamento inautêntico coordenado" ou de violação de regras da empresa por parte do canal "Exército do Lula". A conclusão foi apresentada após uma análise preliminar de conteúdos no Instagram, mas a big tech destacou que ainda há outras publicações pendentes de verificação, que estão em um pen drive entregue pela equipe do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). Por esse motivo, a Meta também pediu ao ministro mais tempo para apresentar uma resposta completa. Na quinta (22), Kassio mandou a Meta apresentar, em até 24 horas, um relatório detalhado sobre as atividades do canal no WhatsApp administrado pelo deputado André Janones (Rede-MG). O grupo alcançou dez milhões de participantes nesta sexta. A decisão foi tomada após o adversário do presidente Lula (PT) no segundo turno pedir que o tribunal verificasse se a Meta tem cumprido, em relação ao canal de Janones, o que está no plano da big tech para prevenir e reduzir riscos à integridade do processo eleitoral. Eleições Hoje Receba no seu email destaques das campanhas, pesquisas e disputas nos estados
Meta diz a Kassio n�o ter encontrado ind�cio de atua��o irregular de canal 'Ex�rcito do Lula'
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