Debate na Band "Lula e Flávio viram alvo em debate com Renan franco-atirador e dobradinha de Caiado e Cury" (Política, 23/8). Para quem se concentrou em ouvir as bravatas diárias, protegidas, modorrentas e falsas de Lula e Flávio, este debate foi muito bom. Teve energia, acusações corretas e algum tempo para falar de propostas. Carlos Eduardo Cunha (São Paulo, SP) Perdemos todos. Medo ou estratégia? Não existe saída honrosa para não se apresentar oficialmente ao povo que se pretende governar. Os dois líderes disparados nas pesquisas tratam seu eleitorado com desrespeito e arrogância. Recuso-me a aceitar que sejamos representados por essa escória. Bernardo Boechat (São Paulo, SP) Vale a pena comentar sobre o Renan. Pessoa extremamente agressiva, desrespeitosa e misógina em todos os seus comentários. Suas propostas demonstram grande apego por regimes autoritários. Sua fala baba sangue. Beatriz R. Alvares (Campinas, SP) Esse modelo de "debate" nunca foi um espaço para a apresentação de ideias programáticas a serem discutidas com respeito entre candidatos e eleitores. Importado dos Estados Unidos, serve mais como palco para ofensas e xingamentos. Na era das plataformas digitais, tornou-se também um espaço para lacres e lucros com a produção de vídeos. Reinaldo Silva (Rio de Janeiro, RJ) Entrevista à Folha "A imprensa não precisa ser protegida das críticas, diz Gabriela Duarte sobre entrevista à Folha" (Ilustrada, 23/8). O problema é que muitos "artistas" esperam ser paparicados, e não confrontados. Dona Regina mostrou seu verdadeiro caráter fora de cena, muito diferente dos papéis de mocinha que a tornaram famosa. Se quer ser uma pessoa pública, tem que arcar com o ônus que a exposição diária traz. Samy Duarte (Macapá, AP) Uma entrevista que não deveria ter sido publicada desta maneira. Regina tem 80 anos, está lançando uma peça com a filha, e o jornalista forçou a mão com ela. Foi desnecessário e desrespeitoso. Rafael Magalhães (São Paulo, SP) Certificado para jornalistas "Diploma obrigatório ameaça liberdade de imprensa" (Lygia Maria, 23/8). Muitos colunistas da Folha, do O Globo e do Estadão não têm formação em jornalismo. São especialistas em direito, filosofia, saúde, economia, literatura, ciências sociais... E ainda bem que podemos lê-los nos jornais. Márcia Meireles (São Paulo, SP) Reduzir o risco material apenas ao dano físico direto é, a meu ver, o principal equívoco da autora. O jornalismo não constrói prédios nem realiza cirurgias, mas pode gerar consequências concretas e irreversíveis. Uma informação falsa pode provocar pânico, destruir reputações, afetar decisões econômicas e eleitorais, expor pessoas a perseguições e até contribuir para atos de violência. João Marcelo (Juazeiro do Norte, CE) Quando falam que estamos vivendo uma ditadura da toga, não é exagero. Passou da hora de pedir impeachment de integrantes do STF. Adriana Flores (Campinas, SP) Uso indevido "Óculos de IA da Meta facilitam assédio e exposição de mulheres, diz estudo" (Cotidiano, 24/8). É incrível como as pessoas usam indevidamente a tecnologia para cometer infrações e crimes. Um desrespeito completo com quem trabalha para criar novidades tecnológicas que facilitam a vida cotidiana. Denis Lins de Araújo (São Paulo, SP) Mulheres não têm um dia de paz neste mundo. Caroline Tosini Tejas (São Paulo, SP) Má gestão "Braskem protocola pedido de recuperação extrajudicial" (Economia, 24/8). Mais uma empresa privada mal gerida pelos abutres que compram estatais. Amanhã pode ser a Sabesp ou o Metrô, privatizados por Tarcísio de Freitas. Grandes empresários precisam se acostumar a viver sem dinheiro público e a gerir com competência. É o capitalismo sem riscos, mas um dia a conta chega. Péssimos gestores. Maria F. Luporini (São Paulo, SP) O PT está acabando com a desigualdade: estamos todos iguais, empresários, governo e famílias igualmente endividados. Essa política econômica é um desastre. Cesar Costa (São Paulo, SP) Terras raras "Governo dos EUA põe mais R$ 1,2 bi, e compra de mineradora brasileira de terras raras deve sair nesta semana" (Economia, 24/8). Alcolumbre está sentado há meses sobre o projeto que regulamenta nossas terras raras. Enquanto não for votado, essa lambança com nosso futuro continuará. Rogério M. Cortezano (São Paulo, SP) Metade do pagamento à mineradora brasileira de terras raras virá do "Departamento de Guerra" do governo americano, o que significa que esses metais poderão ser usados futuramente na produção de armas de guerra. Lamentável. Jenny Gonzales (São Paulo, SP) Por enquanto, estão pagando uma merreca. Se o filho do condenado for eleito, vão tomar sem pagar. Marina Gutierrez (Sertãozinho, SP)
Tratam eleitorado com desrespeito e arrog�ncia, diz leitor sobre aus�ncia de Lula e Fl�vio em debate
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