Resultados ruins marcam hist�rico recente da �ndia, pr�ximo advers�rio do Brasil

Resultados ruins marcam hist�rico recente da �ndia, pr�ximo advers�rio do Brasil

Adversária do Brasil em amistoso marcado para sábado (3), às 11h (de Brasília), em Calcutá, a Índia vem de campanhas que exibiram sua fragilidade. A equipe não conseguiu ir além da primeira fase de grupos das Eliminatórias da Ásia para a Copa do Mundo de 2026. Com uma vitória, dois empates e três derrotas, ficou atrás do Qatar (41º lugar no Mundial) e do Kuwait. E só teve vantagem sobre o lanterna Afeganistão no saldo de gols. O time também não obteve vaga na Copa da Ásia. Após duas participações consecutivas (2019 e 2023) no torneio continental, a seleção ficou em último lugar em uma chave classificatória que tinha Singapura, Hong Kong e Bangladesh. Na atual "data fifa", a seleção indiana conseguiu marcar três amistosos contra países que estiveram na Copa do Mundo: Panamá (empate por 1 a 1 no último sábado), Brasil (no próximo sábado) e Uruguai (6 de outubro). "Nosso próximo jogo será o mais difícil adversário que eu enfrentei, ao menos em minha carreira internacional. O desafio será ainda maior, mas vamos fazer o nosso melhor", afirmou o goleiro Sandhu, atleta do Bengaluru. "Não podemos pensar no que o Brasil pode fazer, mas no que nós podemos fazer para incomodá-los." Dos 26 convocados, somente um atua fora da Índia: o goleiro Som Kumar, que defende o ND Slovan, clube que ocupa hoje a oitava colocação da segunda divisão da Eslovênia. No futebol esloveno desde 2020 (já defendeu o Bravo e o Olimpija), o goleiro ficou no banco contra os panamenhos. O time asiático (138º do ranking da Fifa) está há cinco partidas (todas amistosas) sem vencer. Antes do empate com o Panamá, vinha de um empate e uma derrota em duelos com o Tajiquistão e mais duas derrotas, diante de Zimbábue e Jamaica. Sua última vitória foi em março, contra Hong Kong, pelas eliminatórias da Copa da Ásia. A seleção indiana tem entre os convocados quatro jogadores que fazem parte do atual campeão nacional, o East Bengal. "Temos que jogar mais contra times grandes. Primeiro a Índia tem que estar entre as dez melhores da Ásia para depois pensar em grandes coisas. Um ou dois jogos não vão mudar tudo, a Índia tem que trabalhar com consistência e crescer como uma nação do futebol", afirmou o ex-jogador Bruno Coutinho. Nascido no Brasil, ele virou cidadão indiano há mais de 40 anos. Defendeu a seleção do país dos anos 80 até o começo de 2000 em 44 oportunidades.

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