'Renan Santos pode ter falas estapaf�rdias, mas a proibi��o soa ditatorial', diz leitor

'Renan Santos pode ter falas estapaf�rdias, mas a proibi��o soa ditatorial', diz leitor

Eleições 2026 "Toffoli proíbe Renan Santos de participar de debates e fazer propaganda eleitoral digital" (Mônica Bergamo, 31/8). Renan Santos pode ter falas estapafúrdias, mas a proibição soa ditatorial. Arnaldo Teodoro (Belo Horizonte, MG) Não tenho apreço por Toffoli, acho que deveria estar afastado para investigação de envolvimento no caso Master. No entanto, penso que sua decisão está correta: se a lei eleitoral determina que partidos e candidatos informem à Justiça os endereços de suas redes sociais no momento do registro e Renan não fez isso. Márcia Meireles (São Paulo, SP) Campanhas "TSE suspende propaganda de Lula que lista acusações contra Flávio Bolsonaro" (Política, 30/8). Não podemos admitir propaganda negativa sobre um adversário de forma exagerada e sem comprovação. Nem de um lado e nem de outro. Temos fortes candidatos da terceira via querendo um Brasil livre de Lula e Bolsonaro. Escolhamos outro e digamos não a denúncias vazias. Carlos E. Cunha (São Paulo, SP) O tribunal não permite que conheçamos realmente os candidatos. Só permite a divulgação de suas supostas qualidades e nenhum dos defeitos. Eis o motivo pelo qual a política foi tomada pelas organizações criminosas. Marcos Araujo (Brasília, DF) Se o conteúdo é verdadeiro, qual é o motivo da proibição? O TSE não vê o que precisa ser visto, como as acusações sem provas contra Lula e os desdobramentos do caso Master, além de esconder a família Bolsonaro. Rosmari Prates (Canoinhas, SC) As acusações são verdadeiras, mas o TSE tira do ar. Já o vídeo de Flávio Bolsonaro acusando o PT de ser uma organização criminosa é liberado? Palhaçada! Edson Badra (Brasília, DF) Conseguiu o que queria: rebaixar os defensores da democracia ao seu nível. Peter Janos Wechsler (São Paulo, SP) Não há que se voltar os holofotes para a direita nem para a esquerda. Seja qual for a ideologia, esses trogloditas que espancaram o rapaz por acharem que era nazista são criminosos. Externalizaram a sua forma de ver o mundo e sua concepção de democracia, onde o diferente deve ser aniquilado. Celso Vieira (Indaiatuba, SP) Qual é o limite? "Em El Salvador, medo de facções deu lugar a medo do Estado sem limites" (Bianca Santana, 30/8). Um pesadelo! Parece uma gaiola de humanos desumanizados. Ao que tudo indica, a maioria de políticos da ultradireita quer voltar aos horrores do século passado. Anete Araujo Guedes (Belo Horizonte, MG) Parece loucura, mas a única fonte confiável é a moradora que afirma que a vida melhorou, que os seus filhos brincam nas ruas sem serem incomodados e sem a obrigação de conviver com corpos de pessoas mortas expostos para observação pública. Quanto às mortes nos cárceres, não é possível esperar que quem assassinava nas ruas não continue a destilar seu ódio nas prisões. Parabéns! Roberto Silva (Campina Grande, PB) Luto na comunicação "Morre o jornalista Carlos Monforte, 1º apresentador do Bom Dia, Brasil, aos 77" (Política, 31/8). Infelizmente, estão indo embora jornalistas, cientistas, escritores e personalidades do meio cultural que marcaram uma geração. Infelizmente, também Carlos Monforte. Raymundo de Lima (Maringá, PR) Uma perda e tanto para o jornalismo. Homem de muito gabarito intelectual. Monique Rodrigues (Goiânia, GO) Edmonson "Metrô de São Paulo aposenta de vez bilhete magnético após mais de 50 anos" (Cotidiano, 30/8). Para variar, a suposta evolução tem mais a ver com corte de custo do que com a praticidade do usuário. Marco Antônio M. de Oliveira (São Paulo, SP) É lamentável que os bilhetes guardados pertençam a pessoas individuais, como diz a reportagem. Os itens deveriam ser arquivados em museu do próprio Metrô ou do governo. Ainda que, pela tradição, os museus brasileiros acabem destruídos por incêndios. Pedro Cardoso da Costa (São Paulo, SP)

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