Os canais de WhatsApp, aposta das campanhas neste segundo turno para mobilizar eleitores —em especial a de Lula (PT)—, voltaram a entrar no foco do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta quarta-feira (21). Uma minuta que circulou na corte propôs bloquear grupos como o "Exército do Lula" nas 48 horas anteriores à votação. Depois de a Folha revelar o caso, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, tentou se afastar da iniciativa —atribuída a André Mendonça— e disse que não deve levá-la a discussão. O tema surgiu em um momento em que a Meta (dona do WhatsApp) é questionada pela atuação nas eleições; a empresa disse ao TSE ter adotado medidas para garantir tratamento igualitário para as campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro (PL). No Café da Manhã desta quinta-feira (22), a repórter da Folha Patrícia Campos Mello analisa o papel que a Meta acabou tendo na eleição e as ações no TSE ligadas à área digital. O programa de áudio é publicado no Spotify, serviço de streaming parceiro da Folha na iniciativa e que é especializado em música, podcast e vídeo. É possível ouvir o episódio clicando acima. Para acessar no aplicativo, basta se cadastrar gratuitamente. O Café da Manhã é publicado de segunda a sexta-feira, sempre no começo do dia. O episódio é apresentado pelos jornalistas Magê Flores e Gustavo Simon, com produção de Giulia Peruzzo, Gustavo Luiz, Jéssica Cruz e Pâmela Queiroz. A edição de som é de Raphael Concli.
Podcast: a proposta de bloquear canais de WhatsApp e o peso da Meta no 2� turno
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