'Bolsonaro fez a mesma coisa; � o jogo das elei��es', diz leitor sobre reajuste do Bolsa Fam�lia

'Bolsonaro fez a mesma coisa; � o jogo das elei��es', diz leitor sobre reajuste do Bolsa Fam�lia

Auxílio "Lula anuncia reajuste do Bolsa Família menos de três semanas antes do primeiro turno" (Economia, 17/9). O presidente está certo: Bolsonaro fez a mesma coisa em 2022. É o jogo das eleições. Eugenio C. Silva (Cordeirópolis, SP) Há décadas o Bolsa Família atende grande parte da população. Muitos entraram e saíram do programa. Porém, haver tantos necessitados no país demonstra que o Brasil não cresce o necessário para gerar empregos de qualidade. O programa tornou-se eleitoreiro. Cesar Costa (São Paulo, SP) É impressionante como o Bolsa Família incomoda, enquanto poucos criticam as emendas parlamentares sem destino que enchem os bolsos de políticos. Esse dinheiro também é nosso! Cesar Benedetti (Bauru, SP) Sem data prevista "Fachin suspende sessão do STF que analisaria relatório sobre Mendonça" (Política, 17/9). Dois pesos e duas medidas. Maderfranio Praxedes (São Paulo, SP) Difícil saber quem não se lambuzou com a grana fácil que Daniel Vorcaro amealhou por meios sórdidos. O pior é ver um tentando jogar Vorcaro no colo do outro. Milton Nauata (Campinas, SP) Que essa discussão fique bem longe das eleições! Emanuelle Santos (Paulínia, SP) Conflito "Reverendos questionam André Mendonça por ser ministro do STF e pastor ao mesmo tempo" (Painel, 16/9). Misturar religião com todos os assuntos, como hoje em dia, é perigoso. Rafael F. M. Leme (Campinas, SP) Só notaram agora que o ministro é pastor. A serviço de quem estão? Carlos M. Neiva de Melo (Recife, PE) Claro que há incompatibilidade! Perde a igreja e a fé evangélicas. Antonio Eustaquio da Silveira (Belo Horizonte, MG) A IPP não fala por toda igreja. A carta é oportunista, para aparecer. Mendonça é um excelente ministro e está no caminho certo! Washington Soares (Catalão, GO) Das relações humanas "Os efeitos da crise de confiança pública em nossas relações privadas" (Amor Crônico, 16/9). O problema é quando o outro não entende que espaço também exige responsabilidade. Viviane Rezende (Florianópolis, SC) Pertinente. Lembro-me de ler o resultado de uma pesquisa em que o Brasil constava como um dos países com o menor nível de confiança entre cidadãos. O coletivo e o privado igualmente deficitários. Maria Lopes (São Paulo, SP) Direito em risco "Gleisi pede derrubada de posts e suspensão de perfis que pedem fim do voto feminino" (Painel, 16/9). Quem se interessa pelo fim do voto feminino são os descendentes de oligarquias patriarcais, que sempre resistiram ao voto universal e à cidadania dos trabalhadores. Não se enganem, eles estão entre nós. Ao menor descuido, tomarão direitos conquistados com lutas e sacrifícios! Vilarino E. da Costa (Viamão, RS) Solicitação correta. Os responsáveis devem sofrer alguma consequência. Questionar ou tentar suprimir os direitos políticos das mulheres com base no gênero é ilícito penal e eleitoral, de acordo com a lei brasileira. Nerisvaldo Santos (São Paulo, SP) Não entendo como as mulheres do país perdem a oportunidade de serem bem representadas pelas tantas candidatas de excelente combatividade e lutas nas questões femininas. Sebastião Carvalho (São Paulo, SP) Vulnerabilidade "Vacina contra HPV passa a ser indicada a crianças a partir de 2 anos vítimas de violência sexual" (Saúde, 15/9). O dado da área da saúde brasileira trazido pela notícia expõe uma tragédia na intimidade da família brasileira. É preciso haver resposta técnica que ultrapasse a mitigação do problema de saúde em si. Faltam políticas públicas robustas e ostensivas de treinamento obrigatório pela polícia e pelos serviços de saúde para professores, especialmente dos ensinos infantil e fundamental, bem como para pais. No pré-natal, em campanhas na TV, e por aí vai. Mara Freitas (Presidente Epitácio, SP) Cuide das crianças. Isso é uma barbaridade. Vitor Gomes de Almeida (Londrina, PR) Apostas "Conter o avanço das bets entre os mais jovens" (Editorial, 16/9). A situação das bets no contexto da vida institucional do Brasil é urgente. A invasão de todas as esferas do país torna sua supressão mais difícil a cada dia que passa. De nada adianta a retórica de luta contra o crime organizado enquanto as portas são abertas para que esta máfia aumente de maneira impressionante sua fortuna. Consequentemente, aumenta também o poder que exerce em todas as esferas da sociedade. Marco Verdi (São Paulo, SP) Sou pelo fim das propagandas das bets! Mônica Casarin Fernandes Elsen (Armação dos Búzios, RJ)

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